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Artigos práticos sobre margem, caixa, execução e gestão.
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Metas de venda agressivas sem considerar a capacidade produtiva e logística da sua PME levam a um ciclo vicioso de problemas. Entenda como alinhar comercial e operação para um crescimento sustentável.
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A cobrança que não resolve Você já cobrou a mesma coisa mais de uma vez. Pediu, explicou, cobrou de novo. O resultado veio diferente do esperado — ou não veio. E a sensação que ficou foi aquela mistura de frustração com cansaço: "Por que é tão difícil fazer as coisas funcionarem aqui?" Antes de responder essa pergunta com "meu time não presta", vale fazer outra pergunta, mais desconfortável: O time sabe exatamente o que é esperado — com qual critério, até qual prazo, com qual padrão de qual

A pergunta que poucos empresários conseguem responder com segurança Sua empresa está dando lucro? Parece uma pergunta simples. Mas quando ela aparece de verdade — numa conversa com sócio, numa reunião com banco, num momento de decisão sobre investir ou não — muitos empresários hesitam. Não porque não se importam com o resultado. Mas porque a resposta honesta é mais complicada do que parece. Faturamento alto não é lucro. Caixa positivo não é lucro. Crescimento não é lucro. Lucro é o que sobr

Você olha para o faturamento do mês e o número é bom. Melhor do que o mês passado. Melhor do que o ano passado. Mas quando você olha para o caixa, a sensação é outra. Sempre apertado. Sempre no limite. Sempre aquela angústia de saber que tem uma conta grande chegando e não ter certeza se vai cobrir. Isso não é azar. Não é sazonalidade. E não é sinal de que a empresa está mal. É um dos sintomas mais comuns — e mais mal interpretados — de empresas que cresceram rápido sem estruturar a gestão fi

Tem uma pergunta que paralisa muitos empresários quando aparece de surpresa: "Qual é a sua margem real nesse produto?" Não a margem bruta no papel. A margem real — depois do custo operacional, do desconto dado no fechamento, do frete que ficou por conta da empresa, da inadimplência do mês, do reajuste do fornecedor que ainda não foi repassado ao preço. A resposta mais honesta, em muitas empresas, é: "Preciso verificar." Ou pior: "Mais ou menos uns 20%." Essa imprecisão tem um custo. E ele é

Quando alguém fala em consultoria, uma imagem muito específica vem à cabeça. Uma equipe de fora chegando com perguntas genéricas, passando duas semanas na empresa, e entregando uma apresentação bonita com recomendações que qualquer pessoa de bom senso já sabia. Caro. Demorado. Distante da realidade. E no final, uma pilha de slides que vai para a gaveta na semana seguinte. Se você já pensou nisso quando ouviu a palavra consultoria, faz sentido. Esse modelo existe. E ele frustrou muita gente.

Você não esperava. Ele estava há anos na empresa. Conhecia o processo, o fornecedor, o cliente, o sistema. Sabia onde cada coisa estava. Resolvia antes de você precisar perguntar. E numa segunda-feira de manhã, chegou com o pedido de demissão. O que veio depois você provavelmente já conhece: dias de caos, informação perdida, equipe sem referência, cliente ligando sem resposta, e você no meio de tudo tentando tapar o buraco com as próprias mãos. Esse momento tem nome. E ele não é azar. A pe

Mês difícil? Vende mais. Margem apertada? Vende mais. Custo subindo? Vende mais. Time desorganizado? Vende mais, e com o dinheiro a gente resolve. Essa lógica funcionou por muito tempo. Foi ela que trouxe a empresa até aqui. O problema é que, em algum momento, ela para de funcionar. E quando para, ninguém avisa. A origem de uma crença muito forte Não é por acaso que o empresário pensa assim. A maioria das empresas que chegam a um faturamento relevante foi construída na força da venda. O fu

Você olha para os números do ano passado e percebe: faturou mais. Mais clientes, mais pedidos, mais equipe, mais movimento. E mesmo assim, no final do dia, você está mais esgotado do que quando a empresa era metade do tamanho. Isso não faz sentido, certo? Na verdade, faz. E mais empresários do que você imagina estão exatamente no mesmo ponto. O crescimento que ninguém te contou Existe uma fase no crescimento de uma empresa que raramente aparece nos livros de empreendedorismo. Não é a fase

Era o que você pediu. Número fechado, planilha organizada, PDF no e-mail. Você abriu, leu, fechou. E continuou sem saber exatamente o que fazer a seguir. Não é porque você não entende de negócio. É porque dado e gestão são coisas diferentes — e quase ninguém explica essa diferença. A ilusão do relatório Tem uma crença muito comum em empresas que estão crescendo: "Se eu tiver os números, eu consigo decidir." Então o dono pede relatório de vendas, DRE, fluxo de caixa, indicador de equipe,